O céu é o limite.
O céu é o limite. Falar e ser compreendido, cantar e ser ouvido, tocar e ser aplaudido, entrar e ser bem recebido, o céu é o limite. Conhecemos pessoas, nos aproximamos, observamos, vemos seus pontos positivos, sua índole sua singela expressão corporal, o céu é o limite. O perceber de uma atração, nos faz pensar no próximo dia com a atração percebida, porém às vezes é necessário não pensar no perceptível, pois o percebido pode não estar te percebendo da forma que você esperava. O céu é o limite. A limitação é natural em todos, quando comparado com a grandiosidade constante do saber. Saber, saber parar na hora certa, saber tentar quando é plausível, saber que não sabemos de absolutamente nada, quando comparado com o ilimitado céu de dúvidas, incertezas, contradições, mergulhados num raso mar de informações ainda não destrinchadas. Palavras não definem a lógica do sentimento humano, embora sejam dados diversos nomes para cada nível de emoções. O que adianta conhecer pessoas, satisfazer desejos, e não sentir a lógica do sentimento humano. O que adianta sentar num banco, sentir uma súbita atração inexplicável, onde a lógica não tem vez, e ficar retraído por pensar que aquele momento não irá mais se repetir. O céu não é o limite, a limitação é a proteção do homem diante coisas que jamais irá entender. Há muitas incertezas, e a única certeza absoluta que conheço, é chamada pleonasmo.
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